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Valei-me, razão!
 


Há!

Pois olha que há mais de um ano busco a letra dessa música. Google, myspace, produtora do já já dito cantor da canção, e nada. Ponto para o Orkut. Fui na comunidade do Biu Roque para perguntar se alguém por fim sabia a letra da música Maria, Minha Maria, do Cd Siba e a Fuloresta do Samba. Acontece que Biu Roque canta duma forma tão peculiar que chega a ser indecifrável entender algumas partes. 3 meses após o post me responderam. 5 meses após a resposta Bauab me pergunta sobre a mesma. Foi então que descompromissadamente resolvi checar mais uma vez na comunidade. E lá estava. Graças a Thiago pela ajuda.

 

http://www.myspace.com/biuroque

 

Maria, Minha Maria
(Domínio Publico)

Maria, minha Maria
meu doce da melancia
te lembra daquele abraço
que eu te dei ontem ao meio-dia
Vem ver o belo luar
que a tua ausência reclama
ô que noite tão preciosa
não deve dormir quem ama

Debaixo da Condesseira
onde canta o Zabelê
saudade da minha terra
onde eu nasci vou morrer
Vem ver o belo luar
que a tua ausência reclama
ô que noite tão preciosa
não deve dormir quem ama

 

De quebra, por que não ficar com a resposta da cantora Céu para a mesma música. Tudo agora faz mais sentido.:

 

Valsa para Biu Roque, Céu

 

 



Escrito por Padim Cê Fraga às 17h52
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Fiquei encantado com a obra desse cara. Norman Mclaren foi um dos mais importantes animadores escoceses voltados para a animação artística, teve a maioria de seus trabalhos patrocinado pela "Secretaria Nacional de Cinema do Canadá", onde realizou grandes obras. Uma das técnicas pela qual ficou consagrado foi a de fazer animação direto na película, riscando e desenhando, tudo isso ao som de Jazz que era muito fã.

Nestes dois videos, ele abusou da técnica de sobreposição de películas. É impressionante, pois o mesmo foi elaborado lá na década de 60, bem longe dos programas digitais que hoje facilitam a nossa vida.

Sua obra está sendo exibida no CCBB até o próximo domingo, 06/01. Vale a pena conferir.
Também é fácil encontrá-lo no www.youtube.com

Fonte: com colaboração da Wikipédia








Escrito por Padim Cê Fraga às 15h17
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Celebridades da Cibercultura


Assista aqui ao video: xpock.com.br

Célebres Anônimos - A virtualidade da fama na Cibercultura é um documentário idealizado por Frederico Fagundes do Jacaré Banguela. A idéia foi entrevistar diversas pessoas relacionadas ao assunto para analisar essa nova modalidade de celebridade instantânea. Como ela se forma, porque isso acontece, como atingem as mídias de massa, enfim, abrir a discussão.

Dentre os entrevistados estão Marcelo Tas, Rosana Hermann, Edney Souza, Alexandre Inagaki, Mr Manson e Antonio Tabet. E entre as celebridades Ruth Lemos, Jeremias, Guilherme Zaiden, Bruna Surfistinha, entre outros.

Do site updateordie.com

Escrito por Padim Cê Fraga às 19h37
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Conselho Infantil



Fale com estranhos e faça amigos

Escrito por Padim Cê Fraga às 20h14
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A sedução do Fogo e da Terra

DIZ o FOGO:

Não sei se consulto as cartas ciganas
E se por ventura me sai a morte

Vejo-te espadas em toques tão Dama
Figura minha chama, me leva à corte

Faz-me esquecer até gírias urbanas
Embaralho meus dedos em ruas podres

Qual poema elegante me cabem às mundanas
Contemporâneo é o fato de eu ser de ti

A TERRA olha maliciosamente o FOGO. DIZ o FOGO:

Os astros me dizem que não combinamos
Me queimam os nervos e as cartas da sorte

Os seres enganos são todos humanos
Contradição sempre toma parte:

O mundo se acabou uma vez em prantos
E a nós dois fez-se encharcar metrópoles

Então, se o mundo vem fogo tal Caetano
Consuma o fato de eu ser de ti

A TERRA agora sorri maliciosamente ao FOGO e DIZ:

Arde-me o sexo aos teus encantos
Vi fagulhas voarem do teu açoite

Meu suor é rastro ao teu encontro
Gracejos permitem que eu não me comporte

Ergo minhas coxas por baixo dos panos
Um toque de agogô ritma ao norte

Acostuma-te, FOGO, ao meu profano
Romântico é o fato de eu ser de ti



Escrito por Padim Cê Fraga às 21h06
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Conversa de pássaro - algures, alhures...





Escrito por Padim Cê Fraga às 20h54
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20 de novembro, Dia da Consciência Negra




Escrito por Padim Cê Fraga às 13h25
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Belo documentário - Ônibus 174

A beleza desse documentário é uma ode a tragédia. Não por polemizar o fato ocorrido, mas pelas análises acerca da história de Sandro, do sistema carcerário, do olhar social – nosso e das autoridades – e pelo caso maculado.

Os depoimentos são sinceros. Me impressiona ouvir o soldado do BOPE com sua razão, bem como a declaração de quem conviveu com Sandro.

O documentário Ônibus 174 é belo. É de causar incômodo: notamos fácil nossos preceitos diante a sociedade, sabemos as soluções e por fim nos apaixonamos por uma tragédia.





Ônibus 174 é um episódio marcante da crônica policial do Rio de Janeiro, no Brasil. No dia 12 de Junho de 2000, o ônibus da linha 174 (Central - Gávea) da empresa Amigos Unidos ficou detido no bairro do Jardim Botânico por mais de 4 horas, com dez reféns, sob a mira de um revólver empunhado por Sandro Barbosa do Nascimento, vitíma da antiga Chacina da Candelária.

Ao entrar no ônibus, Sandro só pretendia cometer um assalto. Algo, entretanto, deu errado e ele acabou ficando preso dentro do ônibus com seus reféns, todas do sexo feminino. Um dos momentos de maior tensão foi quando Sandro andou de um lado para o outro com um lenço na cabeça de uma de suas reféns, contando de 1 a 100. Ao chegar no número cem, fez a refém se abaixar e fingiu dar-lhe um tiro na cabeça.

Após alguns minutos de tensão e diálogo entre os reféns e Sandro, o assaltante decidiu descer do ônibus com a professora Geísa Firmo Gonçalves para sua proteção. Ao descer, Sandro foi abordado por um policial do BOPE que acabou errando seu tiro, acertando a refém. Geísa acabou também levando outros três tiros nas costas, disparados por Sandro.

Com sua refém morta, Sandro foi logo imobilizado e colocado na viatura com outros policias segurando-o. De acordo com a polícia do Rio, Sandro tinha um comportamento nervoso e agressivo, chegando a quebrar um braço de um policial e morder os policiais, ao tentar supostamente tirar a arma de um dos policiais, foi morto asfixiado.

Geísa Firmo Gonçalves foi enterrada em Fortaleza - CE, e seu enterro foi acompanhado por mais de 3000 pessoas.

Em novembro de 2001, a linha 174 mudou de numero para 158

Fonte: WikiPédia

Escrito por Padim Cê Fraga às 12h08
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Quando ou[vi] a história de Brad Will

 

“…como em petrogrado aquele dia

o céu vai estar limpo e o sol brilhando

você dormindo e eu sonhando”

(P. Leminsky)

 

Estalo

Seco    seco     seco

ESTALO seco

 

Tiro certo

Peito    peito    peito

Peito aberto

 

Mera

F-ra-çã-o

Mera quimera

 

Câ-mera-na-mão

 

Mira

Lo blanco        lo blanco          lo blanco

            rojo      rojo      escorre

 

Corre

 

Ajuda-me, meu bem,

Vamos juntos a Oaxaca

De peito aberto, com o coração vermelho

                      Que eu não chegue a velho

E a vida torne-se opaca

 

Iluda-me, meu bem,

Vamos putos a Oaxaca

Diga-me qual árvore feita escudo protege

                      Covardia é o que mais fere

Derrubar-me-á na maca

 

Proteja-se, meu bem,

Não há mudos em Oaxaca

O que se quer, se fala; impõe o algoz

     Há mais que vozes. Feroz

É a humana barricada

 

Ajuda-me, meu bem,

Ajuda-me!

Quero tomar um tiro em Oaxaca

E não morrer

¡Ayudame!







Escrito por Padim Cê Fraga às 15h37
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ZUMBI SOMOS NÓS


Documentário idealizado pela Fente 3 de Fevereiro a respeito do racismo no Brasil.
Com o apoio do DOC TV, da TV Cultura, ZUMBI SOMOS NÓS vai além da discussão do tema e propõe todo o tempo ações de conscientização da população sobre conceitos afro-brasileiros. Intervenções preenchem magnificamente o filme, uma bela na ocupação do edifício Prestes Maia (a maior ocupação da América Latina), no centro de SP, e outra em Berlim, na abertura da Copa.

Outro ponto fortíssimo do filme é a presença da música ao vivo. Mais do que trilha sonora, a música é feita na hora, no palco, com um telão que dá sincronia ao filme e performances emocionantes.

Não sei como está a distribuição do documentário. Mas àquele e àquela que se interessar, desce lá no Balaio Café, no cinebalaio e troca uma idéia.

Abraço!





Escrito por Padim Cê Fraga às 10h58
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Remanessinto

Lembro-me da figura praeira
Lendo e relendo mestre Caeiro
Copulando os dedos na areia
E fazendo versos ao pesqueiro

Tempo recente me perguntaram:
“Era mesmo você
Doce, doce – caramelo e belo?”

Agora me confundo
Era eu, era outro
Já não sei mais o quanto em mim prevalece de retroação
Sei que ninguém evolui caminhando de costas

Caeiro,
Sei que ficarás para a posteridade
Agora: hora de luta, hora de tolo
Guardo tua paz na prateleira e
Olho o presente como uma dança
Louca, dança
Louca transgride a temperança

Caeiro,
A vida é como variação de entropias
Tudo está carregado de reincidências
E se mostra uma coisa, logo darão cem verdades sobre ela

Pra variar a via
Subsisto além do dia, penso
Remanescente muito mais dos anos
Quanto brasileiro perambula subterrâneos!

E assim que alagar essa enxovia
Insalubre direi o quê?

OGUNHÊ

Qualquer masmorra
Que morra!
¿Que más?

Qualquer calabouço
Eu ouço
Que cala

Que faz?
A vida é um enxu:
Dá mel e aferroa

E se o povo não foge da mucura
Terei eu todo ano a estação da cura,

Caeiro?
Mestre do outeiro,

Nessa terra de índios e quilombos,
É hora de enxergar além das cousas
E ver coisas a mais


Escrito por Padim Cê Fraga às 14h38
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Poema comcredo

SP,
Cimento é reboco.
Se minto, é solo.
Se me entras à boca,
Me entranhas o pó.
SP,

Boquiaberto 24h.

Escrito por Padim Cê Fraga às 13h57
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Nó!

Balada dos Esqueletos.
Aaahhhhhlen Ginsberg!



Escrito por Padim Cê Fraga às 18h41
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Em breve com as melhores cervejas


Filme de Steve ePonto
Já confirmado no Festival de Cinema de Brasília, já já, em novembro.



Escrito por Padim Cê Fraga às 16h01
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Aqui, no SCS, em frente ao Itaú às 11h: QUADRILHA DE PALHAÇOS.


Em SP...



Escrito por Padim Cê Fraga às 17h19
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